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Tábata Amaral e o projeto sionista no Brasil
A deputada federal do PSB - São Paulo (partido do vice-presidente Alckmin), Tábata Amaral, decidiu colocar seu mandato a serviço do sionismo ao apresentar o Projeto de Lei 1424/2026. Trata-se de uma iniciativa gravíssima, que retoma a definição da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA) equiparando antissionismo a antissemitismo, uma operação política consciente para perseguir, intimidar e criminalizar aqueles que denunciam o genocídio do povo palestino.
Comunicação RS
31 de mar.


8M: Pelo Feminismo Revolucionário e Internacionalista - Contra o Capital e a Barbárie
Mais um 8M. E, infelizmente, mulheres morrem por feminicídio a cada 6 horas, e a cada 6 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. O Brasil há mais de 15 anos permanece como o país que mais mata pessoas trans no mundo. Esses dados não são apenas estatísticas. Eles expressam uma realidade estrutural de violência que atravessa a vida cotidiana de mulheres e dissidências de gênero.
Comunicação RS
16 de mar.


É URGENTE COMBATERMOS A EPIDEMIA DE FEMINICÍDIOS NO BRASIL
Por: Manuel Iraola – Jornalista do Sindicato dos Químicos e da Unidos pra Lutar 8 de março – Dia de Internacional das Mulheres – é dia de lutar por igualdade de gênero, pelos direitos das mulheres trabalhadoras, em particular. E para isso é essencial conscientizar todas as mulheres sobre a brutalidade do patriarcado, que existe há mais de 2 mil anos para oprimir e explorar as mulheres, sob o domínio dos homens. Infelizmente, mesmo no século XXI, persiste a falsa ideia de que
Comunicação RS
6 de mar.


Crises Políticas, Econômicas e Ambientais
Por: Manuel Iraola , jornalista do S indicato dos Químicos e da Unidos pra Lutar CRISES POLÍTICAS EM 2026 O mundo vive o que analistas chamam de "crise permanente", guerras econômicas e por territórios parecem o novo normal. Trump tem gerado incerteza global. Primeiro foi o tarifaço, depois invasão à Venezuela, ataques a Cuba e ameaças à Colômbia. Logo a escalada armamentista e a disputa ferrenha pelas novas tecnologias. China e Rússia também disputam o domínio dos países do
Comunicação RS
6 de mar.


A barbárie feminicida tem nome, e o Estado é responsável.
Eu escrevo com indignação, mas também com a sensação sufocante de que estamos nos acostumando ao inaceitável. O Brasil vive uma barbárie cotidiana contra as mulheres. Não é exagero retórico. É dado oficial, é sangue derramado, é medo entranhado na rotina de metade da população. Em 2025, o país registrou o maior número de feminicídios desde que o crime foi tipificado pela Lei do Feminicídio, em 2015. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram 1.470 vítim
Comunicação RS
5 de mar.
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