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8M: Pelo Feminismo Revolucionário e Internacionalista - Contra o Capital e a Barbárie
Mais um 8M. E, infelizmente, mulheres morrem por feminicídio a cada 6 horas, e a cada 6 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. O Brasil há mais de 15 anos permanece como o país que mais mata pessoas trans no mundo. Esses dados não são apenas estatísticas. Eles expressam uma realidade estrutural de violência que atravessa a vida cotidiana de mulheres e dissidências de gênero.
Comunicação RS
16 de mar.


É URGENTE COMBATERMOS A EPIDEMIA DE FEMINICÍDIOS NO BRASIL
Por: Manuel Iraola – Jornalista do Sindicato dos Químicos e da Unidos pra Lutar 8 de março – Dia de Internacional das Mulheres – é dia de lutar por igualdade de gênero, pelos direitos das mulheres trabalhadoras, em particular. E para isso é essencial conscientizar todas as mulheres sobre a brutalidade do patriarcado, que existe há mais de 2 mil anos para oprimir e explorar as mulheres, sob o domínio dos homens. Infelizmente, mesmo no século XXI, persiste a falsa ideia de que
Comunicação RS
6 de mar.


A barbárie feminicida tem nome, e o Estado é responsável.
Eu escrevo com indignação, mas também com a sensação sufocante de que estamos nos acostumando ao inaceitável. O Brasil vive uma barbárie cotidiana contra as mulheres. Não é exagero retórico. É dado oficial, é sangue derramado, é medo entranhado na rotina de metade da população. Em 2025, o país registrou o maior número de feminicídios desde que o crime foi tipificado pela Lei do Feminicídio, em 2015. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram 1.470 vítim
Comunicação RS
5 de mar.


Os mandantes do assassinato de Marielle na cadeia!
Por Verónica O’Kelly Hoje é um dia histórico. O Supremo Tribunal Federal finalmente condenou os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão a 76 anos de prisão por mandarem assassinar Marielle Franco. Oito anos depois do crime que tirou a vida de Marielle e de Anderson Gomes, a justiça — ainda que tardia — chega como resultado direto de uma mobilização que nunca arrefeceu. Essa condenação não caiu do céu. Ela é fruto da persistência do movimento de mulheres, do movimento negro,
Comunicação RS
25 de fev.


Assédio, Vigilância e Poder: quando nem os espaços monitorados são seguros para as mulheres
O que se observa no episódio recente do BBB 26, um dos espaços mais vigiados do país, com câmeras 24 horas, contratos, regras e produção ativa é revelador. Mesmo sob vigilância constante, mulheres seguem sendo constrangidas, invadidas, silenciadas e colocadas sob julgamento público. Isso desmonta uma das fantasias centrais do liberalismo contemporâneo: a de que monitoramento, transparência e visibilidade garantem segurança.
Comunicação RS
21 de jan.
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