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Greve Geral contra Tarcísio para barrar os ataques contra o povo

Por Alex Fernandes, diretor do Sindicatos de Metroviárias e Metroviários de SP, membro da SEN da CSP-Conlutas e da coordenação nacional da Unidos Pra Lutar


Bolsonaro foi derrotado nas urnas em 2022, mas o bolsonarismo continua vivo, se materializa em São Paulo através do governador Tarcísio de Freitas do partido Republicanos, um governo de extrema direita, reacionário e truculento.


Em São Paulo, nesse primeiro trimestre a morte causada por policias militares subiu em 86% em relação ao ano passado no mesmo período, e essas mortes ocorreram nas periferias com a população pobre e preta estimulando cada vez mais o extermínio, o preconceito e a discriminação.


Se não bastasse, esse governo tenta destruir os serviços públicos com projeto privatista na Sabesp, Metrô, CPTM e Fundação Casa. Pretende promover um corte nas verbas da educação, corte de 10 bilhões aproximadamente e faz avançar o projeto das PPP (Parceria Público Privada), principalmente nas escolas.


Isso tudo para favorecer o capital privado dos empresários e banqueiros, inclusive seus amiguinhos que financiam as campanhas eleitorais. Quem vai pagar essa conta é o povo, que sofrerá aumento do valor das contas dos serviços públicos para gerar lucros para patrão.


Para conseguir seu objetivo, Tarcísio aplica truculência, criminaliza e reprime lutadoras e lutadores. Além de punir trabalhadores em greve, demite e prende quem resiste às suas intenções como foi o caso das punições e demissões no Metrô e CPTM e o caso das prisões políticas aos manifestantes que protestavam contra a privatização da Sabesp dia 6/11 na ALESP. Mas nem com todas as ameaças e ações repressivas o governador consegue frear a luta de trabalhadoras e trabalhadores que se enfrentam a seu projeto antipopular.


Estamos sob total ataque das liberdades democráticas em São Paulo e sob ameaça da destruição dos serviços públicos e estatais. Para combater essa ofensiva, somente um contra ataque dos trabalhadores com uma forte Greve Geral no Estado, e para isso é necessário que as Centrais Sindicais se unifiquem para mobilizar os sindicatos mobilizando as trabalhadoras e trabalhadores para barrar a extrema direita.

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