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Boulos e a liquidação da independência do PSOL numa possível federação com o PT
A possibilidade de o PSOL ingressar em uma federação com o PT - atualmente federado com o PCdoB e o PV - representa um giro estratégico de enorme gravidade. Não se trata de um acordo tático-eleitoral circunstancial, senão de uma decisão que pode comprometer a própria razão de existência do partido. O PSOL nasceu como alternativa de esquerda à adaptação do PT ao regime político brasileiro e à sua política de conciliação com setores da burguesia.
Comunicação RS
18 de fev.


Boulos e a liquidação da independência do PSOL numa possível federação com o PT
A possibilidade de o PSOL ingressar em uma federação com o PT - atualmente federado com o PCdoB e o PV - representa um giro estratégico de enorme gravidade. Não se trata de um acordo tático-eleitoral circunstancial, senão de uma decisão que pode comprometer a própria razão de existência do partido... Leia mais
Revolução Socialista
18 de fev.


O Dilema da Crise Venezuelana e a Tarefa dos Revolucionários
A crise que emergiu com o avanço norte-americano sobre a Venezuela é marcada por três aspectos fundamentais: a queda de um regime enfraquecido que se segurou no poder durante quase 30 anos, o intervencionismo de Trump e da burguesia dos EUA, e a pressão que recai sobre a América Latina. Estes são os elementos essenciais para a compreensão do cenário atual.
Comunicação RS
20 de jan.


Venezuela atacada pelo imperialismo: quem decidiu por cima do povo?
Os acontecimentos recentes na Venezuela configuram, sem margem para ambiguidade, um ataque imperialista direto e brutal à soberania nacional. A incursão conduzida pelos Estados Unidos, que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e na imposição de um governo interino, é uma intervenção externa ilegítima, criminosa e inaceitável, típica da longa tradição de agressões do imperialismo estadunidense contra os povos da América Latina.
Comunicação RS
12 de jan.


Por Tainara e pelas 6 mulheres assassinadas por dia no Brasil: chega!
Image: Arquivo Internet.com Por Verónica O’Kelly e Emanuelle Nascimento Tainara, Allane, Layse, Nicolly, Taciana. E milhares de outras mulheres. Todas foram assassinadas pelo mesmo motivo: eram mulheres . Em 2025, no Brasil, os dados oficiais indicam um feminicídio a cada seis horas . Mas sabemos que esses números são sempre subnotificados. A realidade é ainda mais brutal. O feminicídio já não é um “caso isolado”, nem uma sucessão de tragédias individuais: é uma epidemia s
Comunicação RS
31 de dez. de 2025
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